sexta-feira, 1 de junho de 2007

Correspondente de guerra

A professora diz, a gente tem que quwstionar. É assim que funciona a coisa. Afinal, somos um povo que tem opinião. Temos que exercer esse lado contestador que há em cada um de nós.
Como por exemplo, quando a professora disse que o repórter, aconteça o que acontecer, tem que dar a notícia, sem se distrair com frivolidades ou pessoas ao redor.
E o indivíduo pergunta algo como:

- Mesmo se o cara for um correspondente de guerra, e levar um tiro que tire metade do rosto, ele tem que dar a notícia não é?

aproveitando que a gozação tá fresquinha. Eis a charge:

5 comentários:

Bruna disse...

Uhauahuahauahaua

Hanrran!
Imaginei-me com uma flecha ( ou seria flexa? Nunca sei ao certo) na testa, noc conflitos indigenas na nossa terrinha.

Boa Flora, boa!
Uhauahua

Emanuele Pasqualotto disse...

Essa charge se encaixou perfeitamente!!!O fantástico mundo de Bobby!!heheheheh, muito boa!!!!

Jaya disse...

São os famosos "ossos do ofício". Inclusive eles estão literalmente aparecendo. =D Aiai, Cooora!

Cora disse...

O nome do nosso repórter?

JACINTO GUERRA!

Aguarde próximas aventuras.

Anônimo disse...

Sou estudante de jornalismo aqui em Brasília minha formação esta dedicada aos conflitos internacionais , ou seja vou ser correspondente de guerra , e eu me sinto profundamente ofendido e ao mesmo tempo envergonhado, isso não se faz e não e dessa forma que se caracteriza um correspondente de guerra. Não quero ser preconceituoso, mas a maneira pelo qual irão me interpretar pouco me importa, faz jus este pensamento fútil, uma vez que os seus professores são piores que vocês alunos ainda bem que estão longe da civilização moderna, concorrência, credibilidade, são palavras que não devem ser cotidianamente ouvidas por vocês mesmo fazendo o curso de jornalismo quando meu professor que tem 40 anos de jornalismo 35 só de congresso e de TV Globo me diz que tem espaço, mas falta profissionais competentes eu lhe dou razão. Qual e a linha de raciocínio que vocês estão seguindo que jornalismo simples e este que vocês estão cursando, sim pois não tem condições alguma nem de expor um editorial isso se percebe pela seguinte fala:

“A professora diz, a gente tem que quwstionar ( Escreveram errado a palavra certa leitores e QUESTIONAR ). É assim que funciona a coisa. Afinal, somos um povo que tem opinião. Temos que exercer esse lado contestador que há em cada um de nós.
Como por exemplo, quando a professora disse que o repórter, aconteça o que acontecer, tem que dar a notícia, sem se distrair com frivolidades ou pessoas ao redor.
E o indivíduo pergunta algo como:

- Mesmo se o cara for um correspondente de guerra, e levar um tiro que tire metade do rosto, ele tem que dar a notícia não é?”



Att.

Guntemberg Abreu