sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
FELIZ ANIVERSÁRIO!
Dois anos de existência, e assim como no aniversário de um ano, é uma época que ele se encontra meio esquecido e lento....
Tudo bem, somos lesmas!
E de polêmicas e trivialidades, dois anos se passaram.
E obrigada a quem lê, obrigada a quem escreve!
Obrigada à lesma, que emprestou sua imagem para a divulgação deste jornal virtual.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
E o diploma, serve pra que mesmo?
Eu me formei. Logo, não vou mais precisar conviver com a lentidão do sistema. Masss, não poderia deixar de dividir com vocês a última merdinha que pude vivenciar na UFRR.
Sexta, 12 de dezembro, meu telefone toca:
- Alô, Bruna?
- Eu mesma.
- Bruna, aqui é a Fulana. Você vai se formar né?
- Vou sim. Por que?
- Não, é que eu sou estudante de economia, estamos numa reunião aqui na UFRR, e a nossa colação será dia 22.
- Pô, legal! eeee??
- inclusive vocês de comunicação também vão colar grau nesse mesmo dia!
- Perai! Como assim? A defesa da monografia foi há uma semana! O departamento nos informou que a colação seria em março!
- É, só que o curso de Comunicação, Economia e Ciências Sociais perdem o reconhecimento do MEC dia 23, aí a gente precisa colar grau pra não haver prejuízo! Temos que nos reunir, escolher os representantes, orador.. e essas coisas de Colação.
- Tá falando sério? por que ninguém avisou nada pra gente?
- Bruna, até onde eu sei, o chefe do departamento de comunicação NÃO PARTICIPOU DA REUNIÃO organizada pelo DERCA para avisar sobre o prazo da portaria, e para providenciar o adiantamento da colação.
- Claro, tinha que ser...
Bem, amigos, então é o seguinte: eu vou colar grau semana que vem. Não tenho beca, fotógrafo, ânimo... são apenas seis formandos de comunicação, onde apenas eu e a Suelen temos tomado decisões para resolver a burocracia habitual.... Minha mãe não vai poder me assistir, meu orientador também não! Em plena segunda-feira. Logo, aquele porre que devo para mim mesma desde o meu 10 na monografia não vai rolar!
E é sempre assim.
Deveria ter me formado em agosto desse ano, mas o mesmo chefe de departamento, na época professor de uma disciplina da qual ele nao tinha o mínimo de domíno, resolveu fuder com a minha vida. E fudeu bonitinho!
E se dependesse do departamento, todos nós perderíamos a colação... E da mesma forma que os formandos de 2009, nosso diploma não teria validade nenhuma. E acreditem no palpite: o departamento do curso não se manifestará tão cedo em relação ao fato!
ao menos posso dizer, que no tempo que estudava na UFRR, o curso ainda prestava, mesmo isso sendo uma mentira danada.
ALUNOS, SE MOBILIZEM e garantam seus direitos, já! Ninguém pode pagar pela incompetência dos outros!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Que fiquem com a Raposa, eu quero é a galinha!

Nem alegria e nem tristeza, mas frustração. Frustração por entender que os nobres ministros do STF enrolaram um bocado, para depois virem com esses discursos à la Fidel, cheio de Crtl+C's, Ctrl+V's de artigos da nossa ultrapassada Constituição Federal, para embasar seus votos.
Decorar a Constituição é mais fácil que sujar de poeira e barro os sapatos de legítimo couro italiano para conhecer a realidade da causa. Tais pessoas, jamais porão os pés em nosso querido Roraima. Eles não conhecem, na prática, o efeito de suas decisões.
E mesmo com oito votos favoráveis à demarcação contínua, mais um pedido de vistas foi feito. Ou seja, decisão definitiva que é bom, nada. Qual o motivo? Não me atreveria a dizer, mas como esse espaço é nosso mesmo, aí vai: - ESSES CARAS ESTÃO ENCHENDO O ** DE DINHEIRO DAS ONG'S ESTRANGEIRAS, FACHADAS DO INTERESSE DESSES PAÍSES.
Ou então me digam o motivo de mais um pedido de vistas? A mensagem é clara: - Olha, a gente quer mais dinheiro, senão simplesmente mudamos o voto na próxima sessão.
Mas eu gosto ainda mais da coerência das decisões tomadas pelos ditos ministros. Alguém aí lembra do caso do Banco Opportunity? Operação Satiagraha? Pois é, os ministros do Supremo baixaram duas sentenças contraditórias que desafiaram o meu humilde entendimento. Por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas teve seu pedido de Habeas corpus negado pela justiça de São Paulo, mas aceito pelos ministros do STF que derrubaram a decisão paulista. Outros dois intermediários confessos, que seguiram orientação dele para tentar subornar delegados envolvidos na operação Satiagraha continuaram presos. Dois pesos e duas medidas? Ou quem paga, ganha? Acho que eles têm uma linha de trabalho bem definida. Ou não?
Enfim, como escrevi no início, não simpatizo por nenhum dos reclamantes, nem índios, nem arrozeiros. Eu sou RORAIMA! E espero que a decisão final seja tomada logo. Do jeito que as coisas andam devagar por aqui, isso apenas nos atrasa ainda mais. E enquanto isso, somos obrigados a ver o descaso com verbas públicas no pagamento de diárias de centenas de agentes federais que estão aqui apenas coçando o saco, utilizando as famosas L-200 para dar um rolé nas baladas.
Continuamos esperando, STF. Índios, não-índios, trabalhadores. Que apostam em um Estado, que vossas excelências, só sobrevoam a caminho de Miami.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Um lesma e a defesa da monografia

quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Mostra de Cinema Universitário

Curtas criados por universitários da UFRR serão exibidos ao público durante os dias 26, 27 e 28 de novembro. É a primeira Mostra de Cinema Universitário que reunirá 15 filmes. Nesta primeira mostra, a idéia foi centralizar apenas a exibição da produção de estudantes e ex-alunos da UFRR, numa Mostra de Cinema inédita. O evento começa hoje às 19h.
A Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Coordenadoria de Imprensa da UFRR, TV Universitária (TVE), professores do Curso de Comunicação Social e o Laboratório de Semiótica Fílmica tomaram a iniciativa de reunir e exibir curtas-metragens produzidos na UFRR.
Os curtas dos ex-acadêmicos foram divididos por temas e serão exibidos na noite desta quarta e durante a tarde e a noite dos dias seguintes, no auditório da UFRR. Nos intervalos serão exibidas as mesas redondas gravadas, nas quais professores da UFRR e jornalistas debatem o cinema na universidade.
A sétima arte é uma realidade que já faz parte do calendário dos acadêmicos de Comunicação Social da UFRR. Por semestre, em média quatro curtas são produzidos como trabalho de conclusão de curso. De acordo com o professor Rafael Oliveira, diretor do Departamento de Educação Continuada (DEC) este será o primeiro de vários outros eventos importantes na área do cinema realizados na UFRR. Outras informações pelo 3621.3116.
| Filme | Direção | Sinopse |
|---|---|---|
| Em nome da terra | Maurício Zouein | Conta a trajetória da existência e desaparecimento de comunidades indígenas em Roraima |
| Os meninos sem dono | Janine Marques | Crianças em busca de uma família |
| Panela de barro | Luiza Oliveira | A história da produção da panela de barro macuxi |
| Restauração e resignificação da fé | Najla Paracat Santiago | A história da matriz Nossa Senhora do Carmo |
| | Thais Bolean | Levanta a questão da falta de um monumento aos índios de Roraima |
| Semiótica na terra de Macunaima | Priscila Gonçalves | A história da semiótica no estado até a criação de um núcleo de pesquisa |
| Entre I-Margens | Izonedia Wanderley | A história da ponte dos Macuxi |
| A estética do poder | Cynthia Karla | A trajetória do poder vista pelo deslocamento de sua sede no Forte São Joaquim a Praça do Centro Cívico |
| Romance | Adryano Joseph | Ficção – a primeira trilha sonora composta na UFRR |
| A semiótica do revestir | Bruno Willemon | O vestuário da travesti e sua identidade |
| A beleza do corpo | Arianne Nóbrega | A busca do corpo perfeito e o uso de anabolizantes por adolescentes |
| Selvagens | Hanna Gonçalves | A palavra selvagem na imprensa roraimense na década de 40 dos anos 1900 |
| Valer a pena | Raphaela Queiroz | A história da vida pessoal e profissional do gari nas ruas de Boa Vista |
| Silêncio medo e dor | Cora Gonzalo | Violência e abuso sexual na fronteira de Roraima com Venezuela |
| Mídias e Grades | Aldenor Pimentel | A vida do reeducando na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo |
texto retirado do site da UFRR
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Comprei o diploma!
Eu confesso: paguei R$ 100,00 para ter meu diploma. Calma! Deixa eu me explicar.
É que pra tomar posse como jornalista da UFRR, eu precisava apresentar um comprovante de que tinha terminado a graduação. Isso em julho! Mas o diploma só ficaria pronto em setembro, data da colação de grau da minha turma (Jornalistas por formação).
Não teve outra: tive que desembolsar 100 pila de taxa pra antecipar a minha colação. Se esperasse até setembro, o canudo sairia de grátis, mas isso me custaria bem caro: a possibilidade de me tornar um servidor público de nível superior.
O engraçado é que o meu diploma só ficou pronto mesmo em setembro. Mas a Universidade aceitou uma certidão de conclusão de curso emitida pelo DERCA (antigo DEG). Mas também.... se não aceitassem um documento deles próprios, ... seria o cúmulo! No final, deu tudo certo!
Tomei posse e esperei até setembro para ver o meu diploma. Mas agora eu fico pensando: eu paguei R$ 100,00 por 0,06237 m2 de papel que podem não valer nada, dependendo da decisão dos nossos ministros do STF!
Quero pagar pra ver!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Até quando?

Até quando viveremos em um país onde esquartejar e queimar crianças é um crime, explicável e compreensível, por conta da mente doentia daqueles que as deveriam proteger e cuidar?
Até quando viveremos em um país onde seqüestrador vira ‘celebridade’ a ponto de conceder entrevistas pelo telefone para programas sensacionalistas e que a polícia se preocupa mais com a reação das organizações de proteção aos direitos humanos que com a própria vida humana?
Até quando vamos viver em um país onde uma criança é violentada, agredida e assassinada, e seu corpo, ocultado em uma bolsa de viagem é abandonado em uma rodo ferroviário?
Até quando vamos viver em um país onde a instância máxima da justiça, se preocupa mais com o direito sobre terras indígenas, pesquisas científicas e concessão de Habeas corpus para banqueiros corruptos?
Até quando vamos viver em um país onde seu Presidente, assim como a justiça, prefere fazer vista grossa sobre questões como maioridade penal e pena de morte?
Será que passar a mão na cabeça de nossos jovens tem sido a melhor solução para o problema da criminalidade? E o ECA? Seria muito lindo em um mundo de fábulas como Alice no País das Maravilhas – que não deve ser o Brasil, pois isso aqui está longe de ser uma maravilha – e o Mágico de OZ. Já passou da hora desse estatuto sofrer uma revisão, pois até hoje não cumpriu com sua verdadeira missão e só serviu para proteger a pior espécie de universitários do crime.
Até quando vamos viver em um país assim, senhor PRESIDENTE?
Redução da maioridade penal, SIM! Pena de Morte para crimes hediondos, SIM!
Senão, vou ter que rever todos os conceitos e a educação que tive nestes 27 anos de vida. Porque, sinceramente, senhor Presidente, hoje em dia está mais fácil ser bandido do que ser gente de bem.
E não é preciso ser nenhum jurista, para saber o porquê disso: É a certeza da impunidade! É saber que por mais que seja condenado, não vai passar mais que 30 anos recluso. Que 30 anos, que nada! A maioria acaba cumprindo um terço disso, no máximo.
Tanto se fala em reformas. Reforma tributária, reforma agrária... Mas a reforma que o Brasil realmente precisa é a REFORMA JUDICIÁRIA... da Constituição e do Código Penal brasileiro. É disso que realmente precisamos senhor Presidente.
Até quando teremos que viver em um país onde somos vítimas da violência e da criminalidade? Até quando teremos que conviver com o sentimento de impotência, diante da incompetência das três esferas do poder público?
Até quando?
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
POLITICA DE QUINTA
Barack Obama, com uma vantagem esmagadora de votos, foi eleito o primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América. Sua campanha baseou-se nas palavras "Mudança, Esperança, e Progresso", e seus discursos eram à favor do aborto, do Casamento Gay, da redução de impostos para trabalhadores de baixa renda e idosos, do aumento de impostos para os ricos, do fim na guerra no Iraque, da legalidade dos imigrantes ilegais, e do fim do Aquecimento Global.
Ou seja, Obama utilizou os principais problemas da classe operária de seu país, e os principais motivos da antipatia mundial pelos EUA, e fez uma excelente campanha que agradou gregos, troianos, franceses, italianos, brasileiros, africanos... e por aí vai. Melhor que isso, só se Obama tivesse adotado o sobrenome Smith (o mais comum nos EUA), e jogado todos seus diplomas no lixo - aquela famosa técnica de ser um político do povo, pelo povo, e para povo. Técnica essa que nós brasileiros conhecemos muito bem.
Tudo seria lindo, o mundo seria cor de rosa, e o Carnaval duraria o ano inteiro, se não fosse pelo fato de que o Estados Unidos têm mais de 300 milhões de habitantes, e influenciam diretamente a economia, o bem-estar, e consequentemente o viver do resto do mundo. A malemolência do candidato "gente como a gente" não deu certo no País do Futebol, que tem a metade do número de habitantes, e não tem como dependente um paísinho que seja, imagina com a capacidade de estrago multiplicada desse jeito.
Não, isso não é pessimismo, ou falta de esperança. É comparação com a realidade.
Não se administra "o mundo" de maneira tão permissiva, tão liberal, tão bondosa. Não é fazendo a vontade do povo que se reverte o quadro caótico da economia, dos conflitos étnicos, e da avançada degradação do meio ambiente.
Pelo contrário, se não existe pulso-firme, foco, experiência, conhecimento, e metodologia, o Presidente do Povo se torna apenas decepção.
Mas não sei não...
Eu acho que eu já ví esse filme antes...
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Dieguito, um técnico em pó-tencial.

O astro argentino Diego Maradona foi cotado recentemente como novo treinador da seleção argentina. O mesmo já teve algumas experiências em alguns clubes locais, como no ano de 1994, onde esteve à frente do Deportivo Mandiyú, conseguindo apenas uma vitória de um total de 12 jogos. Ainda no ano seguinte, foi treinador do Racing de Avellaneda, com o qual ganhou duas partidas, empatou seis e perdeu três. O crack, digo, 'craque' disse ainda que vai implantar um estilo diferente do técnico do Brasil, Dunga. Comparando a época em que ambos eram jogadores, argumentou: "Se minha equipe vai jogar como a de Dunga? Não, não jogo como Dunga. Ele dava botinadas e eu me esquivava delas."
Espero ainda, de coração, que o mestre do futebol argentino consiga se dar bem nessa. Afinal, Maradona ainda está seguindo sua carreira (êpa!) e conhece tudo sobre o esporte. Diria até que conhece só pelo cheiro (ôpa!).
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Milagres acontecem
Sexta-Feira véspera de um feriadão. 18h30 na UFRR. A professora na sala desde antes das 18h, e nenhum sinal de vida dos demais alunos.
Explicação para tal acontecimento.
Professora nova no departamento.
Alunos "macacos velhos" do 7º semestre.
Tem coisas que só a UFRR ensina pra gente.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
é isso aí.
É mais fácil acreditar em que tem o poder de fazer o que promete.
sábado, 4 de outubro de 2008
o nulo e o dia D
Então, voto nulo para protestar e não para se abster...
POOOOOOOOODE!
Gente, lembrando que amanhã é o dia!
O dinheiro de um voto vendido é muito fácil de torrar, nem vale a pena. No fim, o que conta é a consciência.
domingo, 28 de setembro de 2008
O político, o assessor, e o plural!
Na primeira aparição em público, o assessor preocupado com a imagem de seu assessorado escreve para ele um discurso bonito, palavreado elegante. Encucado com tais dizeres, o candidato resolve ignorar a "poesia" do assessor, e parte para o improviso.
Desconhecendo o grau de intelectualidade do político, o jornalista toma um susto com os vícios de linguagem proferidos diante do discurso.... e sem ser notado por seu patrão, sussurra...
"olha a concordância candidato..."
"não. não é nós vai construir posto médico.
"não, não existe 'em nível de...'
E o politico continua...
"Se eleito for, vou dar emprego pras pessoa pobre dessa cidade."
Desesperado o assessor grita: Candidato, pelo amor de Deus, empregue o Plural.
Confiante o político responde ao clamor de seu assessor:
Claro, também vou empregar o Plural e toda a família dele!!!!
né não?
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Colaborações Infames. A dor de um jumento.
Considerando-se a crença chinesa de que certos animais ou seus órgãos têm propriedades medicinais quando ingeridos, não é difícil imaginar qual seria o efeito de um pênis de jumento no organismo humano. A chamada "cultura do pênis" chinesa chegou há alguns anos ao conhecimento ocidental. Em alguns lugares, como restaurantes temáticos, eles tentam falar abertamente sobre o assunto em busca de melhorar seu desempenho sexual. Entre uma prosa e outra, consomem os membros cozidos e fatiados (e supostamente afrodisíacos) de bois, ursos, veados, burros, cavalos, carneiros, búfalos, focas, cobras e cachorros. A novidade é um vídeo publicado no site Weird Asia News, que mostra um cidadão inglês sendo confrontado com seu jantar: um pênis de jumento. A garçonete explica como aquilo foi preparado e qual é a forma correta de comê-lo.Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL766947-6091,00-CULINARIA+BIZARRA+PENIS+DE+JUMENTO+FAZ+SUCESSO+NA+CHINA.html
Foto: divulgação
E com tanta gente passando fome no Nordeste. E lá a proliferação de jumentos é impressionante, em cada esquina tem pelo menos uma família desses adoráveis eqüinos.
Quem sabe não seja uma solução para o Fome Zero, já que depois de velhinhos, os pobres jumentinhos são sacrificados?
Mas pensando bem, tinha que mudar o nome do programa do Governo, pra "Só no Zero".
E as manchetes nos jornais seriam mais ou menos assim:
Agora pica de jumento entra "Só no Zero".
Interessante não?
Colaboração de Ricardo Rodrigues.
domingo, 21 de setembro de 2008
'Molhando' A Lei Seca
A famigerada Lei Seca deixou a pena mais severa, é fato. Mas não melhorou o sistema de fiscalização. A 'saideira' não deixou de ser paga. Se antes ocorriam muitos acidentes, não era só por causa da bebedeira, mas porque o sistema de fiscalização nunca foi eficaz, já que falibilidade da pena sempre foi visível. Ter lei e não aplicá-la é mesmo que não tê-la.
E sobre a redundância do ridículo de nosso poder: a lei seca proíbe que se dirija bêbado, mas ainda permite a venda de bebidas alcoólicas em postos de gasolina. 'É dose', viu?. Outro ponto interessante é o de que, baixando a poeira, a ‘Lei Seca’ vai apenas reforçar um costume antigo dos motoristas esponjas: o de ‘molhar a mão’ do guarda. Hehe.
domingo, 14 de setembro de 2008
Fui a Natal, mas não vi Papai Noel!
Entrei pra história!
Sou a primeira lesma a participar de um congresso nacional de comunicação!
Foi em Natal – RN! Não encontrei Papai Noel! Talvez porque era setembro (e não dezembro...), mas tirei foto com José Marques de Melo (que atualmente tb é um bom velhinho...). Será que Marques de Melo é o Papai Noel?
Enfim, eles não têm certeza se Roraima existe (nem o Acre. Ah, o destino... encontraram justamente um roraimense que já esteve em terras acreanas)! Há quem ache que Oiapoque (Amapá) fique em Roraima. Mas tudo bem! Minha cabeça de lesma não decorou todas as capitais brasileiras.
Sabia que encontrei lesmas de verdade por lá? É sério! Rastejando pelas paredes! Pena não tê-las fotografado...
Mas a moral da história é que minha participação no Intercom Nacional foi graças a um trabalho feito para uma disciplina da Shirleide. É verdade! O grupo fez (por preguiça – coisa de lesma!) um programa de rádio. O trabalho acabou vencedor no Intercom Norte 2008 e foi minha porta de entrada para o Intercom de Natal.
Então, crianças, mexam esses traseiros gordos, esforcem-se, produzam e se inscrevam no Intercom.
Ah! E a UFRN tem uma TV, uma rádio FM e uma agência de notícias.
No total são 40 jornalistas. Só na TV são 12 repórteres estagiários! É mole ou quer mais?
E eu ainda tive a coragem de dizer que sou o único jornalista da TV Universitária de Roraima...
Avante, lesmas, temos um longo caminho a percorrer...
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Isso é que é classe
Desculpe, mas você é uma reacionária tele-guiada que acredita em político corrupto, arrozeiro terrorista, conspiração internacional, monocultura poluente como salvação da economia e, provavelmente, em Papai Noel. Preste atenção na história e na ciência. Senão, enquanto jornalista você vai servir apenas a esse sistema cruel que condena índios e pesquisadores sérios aos "achismos" que você tanto admira. Leia o voto do Ayres Britto, antes de falar. O laudo foi condenado por gente sem nenhum conhecimento em antropologia, exatamente como você. Estude, menina.
Nuuussa, ele xinga tão bem!
agora a versão do Jornalesmas:
Querida Luciana. Você é uma carniça largada no lavrado, destroçada por urubus famintos e sedentos. Você é a mosquinha no traseiro do cão. Você é o ultimo traveco que sobrou na esquina para um programinha. Você, meu bem, é a lombriga pendurada na bunda do verminoso. Você é o bicho da goiaba, mordido no meio. Você é a cárie no ultimo dente da arcada superior. Você, é a lêndea do piolho de cobra! Você é um copo de leite azedo. É um gato asmático. Mais burra que jumento velho. Um esgotamento de fossa. Uma vaca com febre aftosa. Uma meleca de nariz. Xixi de bêbado. Uma boqueira nos beiços de um curumim.
E ai, quem xinga melhor?
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
POLÍTICA DE QUINTA
Na manhã da última terça-feira, o nosso amado STF começou uma reunião excepcional para julgar a legalidade da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol. Marcado para ser finalizado hoje, o julgamento foi interrompido com um dia de antecedência pelo ministro Carlos Alberto Menezes Direito, ao pedir vista do processo que analisa a extensão da Reserva.
O ministro Tarso Genro, elogiou o atitude de Direito, dizendo:
"O Supremo é um lugar sagrado, onde a política se encontra com o direito, e no caso concreto se encontrou com direito em geral e com o ministro Direito, que quer estudar com mais profundidade o assunto, o que é uma posição absolutamente respeitável. A decisão a ser tomada é de muita responsabilidade. Tem processos que tem que amadurecer lentamente e eu acho que o ministro Direito fez muito bem em pedir vista".
Além do péssimo trocadilho, o Ministro Tarso Genro teve a ousadia e capacidade de dizer que o STF é um lugar SAGRADO, como se todos já tivéssemos esquecido a última decisão da casa em questão. Olha seu Ministro, o Jornalesmas vai te dar uma ajuda.
Sagrado, de acordo com o dicionário Priberam significa:
Relativo aos ritos ou ao culto religioso; que foi consagrado; profundamente venerável; puro; santo; a que se deve o maior respeito; inviolável.
Reflita com a gente:
Se o STF é SAGRADO, ele é um lugar santo, puro e inviolável.
Sendo assim, os Ministros que pertencem a ele, são SERES MÍSTICOS ENVIADOS POR DEUS.
Até onde eu saiba, nenhum brasileiro foi beatificado, ainda mais 11.
Então nos faça o favor de parar de colocá-los num altar, que de santos os Ministros do STF (ou de qualquer lugar que seja) não tem porra nenhuma.
Talvez seja esse o problema do STF.
Eles se consideram semi-deuses.
Eles são superiores, eles são muito mais que nós, população brasileira.
Isso explica o fato de tomarem decisões que vão contra a vontade e opinião do povo, porque eles não são povo. Eles são melhores.
E se com muita facilidade eles passam por cima de um país, passar por cima de um estado esquecido como Roraima, é mais fácil ainda.
Julgar se a reserva indígena Raposa Serra do Sol deve ser contínua ou não, é um ato irresponsável se nem em Roraima os ministros nunca foram.
É muito fácil julgar algo à distância, sem saber de fato do que a população precisa. Não tem como ser justo dessa forma.
É muito fácil defender índios vestidos de penas, com cara de coitados, mas que são instruídos por ONG's pilantras.
É muito fácil condenar empresários fazendeiros, que se armam pra defender suas terras, e que lutam por aquilo pelo qual trabalharam a vida inteira, mas que fez crescer a economia de Roraima.
Eu não concordo com o Senador Augusto Botelho, quando ele diz que confia nas decisões do STF, porque é difícil acreditar numa instituição que utiliza como base apenas um laudo antropológico, ainda por cima falso.
Eu não acredito numa instituição que confia na FUNAI.
Eu não acredito numa instituição que adia por tempo indeterminado uma decisão que gera conflitos há mais de 30 anos.
Eu não acredito numa instituição que não escuta o povo.
Para os roraimenses, só nos resta rezar.
Rezar para que dessa vez o bom senso dos ministros seja utilizado.
Rezar pra Deus, pra Jesus, pra Iemanjá, ou pro santo de sua escolha.
Ou rezar pros nossos SAGRADOS santinhos.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Rimas Eleitorais 2
"Para vereadora, Ana Natrodtt, acredite e vote"
"Sangue novo, no coração do povo"
"Não seja louco, saia do sufoco, vote no Papôco"
Rimas Eleitorais
Com vocês, os futuros membros da academia roraimense de letras!
com a palavra, o povo!
"Eu eleito é dito e feito. Você sem opção, vote no João"
"Vote 45 mil, bom pra Boa Vista e bom para o Brasil"
"Trinta e um, um, dois, três, agora é a a nossa vez".
"Não errar! Pois se você errar são quatro anos pra reclamar"
"Para uma Boa Vista melhor, vote no Major."
"Vote vinte e sete, dois, dois, dois. Acerte agora e não lamente depois."
"Cinco de outubro se aproxima, nao deixe pra decidir em cima"
"Nao cometa mais besteira, vote Nara Borracheira"
"Quer minha opinião? Vote no Chicão! Chicão do Povão"
"Vereador Pelé, o amigo de fé."
AAAH, DUVIDAM?
liguem a TV ao meio dia, e se deliciem.

