quarta-feira, 24 de junho de 2009

Da página policial para a coluna social

Tô truando na Maxiculand!
Agora posso dizer que sou alguém!
Entrei pra high society!
Tô me sentindo!
Aconteci!
Emergi!
Tô na mídia!
Tô na crista da onda!
Tô podendo!
Tô com tudo e não tô prosa!
Tô em alta!
Saí na coluna social da Shirley!

E daqui a alguns meses eu fico um ano mais competente, mais talentoso, mais charmoso, mais gatinho...
Tudo de bom!
Quem viver, verá!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

"Sobre o diploma: todos iguais, mas uns mais desiguais que os outros

Então fica assim: quem estudou jornalismo por quatro anos ou mais, fez pós, mestrado, doutorado e tal, favor não reclamar de ficar no mesmo nível de quem nunca passou no vestibular e agora poderá pleitar um posto nas redações. Também não será admitida qualquer discriminação com o sujeito que fez o curso de...de...de...direito, claro, e invocou de colocar no cartão de visitas: Dr. Advogado e Jornalista..."

Leia o texto na íntegra no blog Crônicas da Fronteira do meu colega Edgar Borges.



Digo colega porque agora resolvi me intitular jornalista também.
Como fiz meia faculdade de jornalismo, tenho direito a meio diploma e ser uma profissional de meia-tigela.

Já pensou? No meu cartão de visitas:

Cora Coralina
Arquiteta e Jornalista

Que chique!


domingo, 21 de junho de 2009

Aconteceu comigo: fui premiado no intercom (de novo)

Porto Velho (RO) - Sabe quando parece que vai dar tudo errado e... dá tudo certo? Pois é! Aconteceu comigo.

Fui premiado hoje como o melhor trabalho da Expocom (Exposição da Pesquisa Experimental da Comunicação) do Intercom Norte (Congresso Brasileiro de Comunicação Social - etapa norte), na categoria jornalismo, modalidade documentário em vídeo. sem falsa modéstia, nunca na história desta universidade um acadêmico havia sido premiado por dois anos seguidos no expocom norte.

quem olha assim nem imagina que eu nem iria participar do encontro. foi assim: eu me inscrevi e pedi pra ufrr bancar as passagens. lá pelas tantas fico sabendo que o meu trabalho havia sido recusado. mando e-mails para a organização do intercom perguntando o motivo da não aceitação do trabalho. eles me responderam dizendo que procurariam saber o porquê da desclassificação e me comunicariam. não comunicaram.

com o trabalho recusado desisti de partipar do evento e pedi à ufrr que cancelasse a compra das passagens. e não é que um dia antes de começar o evento, por volta do meio dia, recebo uma mensagem de celular de rondônia do prof. avery dizendo que meu trabalho havia sido aceito e que eu fosse a porto velho. como se fosse simples...

ligo pra organização do intercom em rodonia. eles confirmam que minha apresentação estava prevista na programação. corro desesperado pra comprar passagens do meu bolso (afinal não dava mais tempo de a universidade comprar. burocracia sabe?) só consigo voo em que eu chegaria ao aeroporto de porto velho às 15h15 do último dia de apresentações no expocom.

ligo de novo pra rondonia e conto a história toda. resposta: "vem e quando chegar corre direto pra cá para apresentar o trabalho". fui. no aeroporto de manaus (onde eu teria de esperar umas dez horas pelo avião) por acaso um cara falou pra mim que iria a rondonia num voo mais cedo que o meu. troquei de voo na hora... economizei quatro horas... e de grátis!

chegei a rondonia ao meio dia e apresentei a tarde (depois de um relaxante banho de água fria). foi um sucesso o documentário! pessoal elogiando - pedindo pra copiar. foi pirataria à torta e à direita. no outro dia veio a confirmação: os jurados tb gostaram do vídeo.

moral da história: não desista diante dos obstáculos (por mais supremos que eles pareçam!). eu poderia nem estar aqui e no fim saí com uma premiação. quem sabe no ano que vem não seja vc a receber o prêmio?

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Os Jornalistas aplaudem o STF

"Aplausos para o Supremo Tribunal Federal, que sabe valorizar o profissional com nível superior.

Agradeço por me fazer lembrar das apostilas que comprei... do sono que perdi... da gasolina que gastei pra ir pra universidade... tudo isso pra ter meu futuro diploma praticamente inutilizável!

Quem estuda em uma Universidade Federal, garanto que não está com tanto asco da decisão do STF. Mas... quem se aperta todo mês pra garantir a verba do que agora, não vai valer NADA? O único respaldo que tínhamos nos foi tirado. Tudo está consumado. O que mais falta acontecer? Pior agora é se chover...Vou chamar um pajé curandeiro da Maloca da Barata pra trabalhar no HGR. Sendo que um diploma não faz falta pra um profissional... por que não? Ele ajuda pessoas do mesmo jeito (do seu estilo, mas ajuda...).

Ridícula a decisão do STF...Poderia até ser dado oportunidade pra pessoas com afinidade à profissão. Mas... que houvesse regras estabelecendo um meio ético, e principalmente justo, afim de que, aquele que cursa, ou cursou, ou quer cursar tenha direitos, e aquele que não quer, porém deseja, também tenha caminhos para que isso se torne realidade na sua vida.

Temos que dar valor para os que se inscreveram em uma universidade, concluíram curso superior e que merecem todo o respeito e mérito. Toda profissão de cunho intelectual necessita de graduação para que a mesma seja exercida. Ou então poderei eu advogar, trabalhar em engenharia, e a cada dia mudar meu registro e exercer a profissão que mais me agradar. Sem a exigência do diploma a profissão será banalizada, onde qualquer pessoa poderá registrar-se como tal e exercer a mesma sem qualquer ética.Em outras palavras: isso é uma total falta de respeito.

O Curso de jornalismo não é lá às mil maravilhas. Vemos muitas coisas que não se é usado na prática profissional, claro. Mas apreendemos a nos dedicar a um jornalismo didático e integrado, com respeito e espírito de trabalho coletivo. Os que levam isso pro profissional pós-faculdade, se destacam de muitos “profissionais” meia-boca por aí. Perdoe-me os autodidatas. Mas no espaço acadêmico temos razões e somos disciplinados de um modo que vocês desconhecem.

E a demanda pro vestibular para o curso de jornalismo? Quem vai querer fazer uma faculdade de um curso que não tem utilidade nessa altura do campeonato? E outra coisa: Se acham que existem maus jornalistas por aí ... quer dizer que serão mais bem preparados agora, sem diploma é? hum, bacana... Pô, quem quer ser jornalista, quem admira, tem interesse na área da comunicação, vai atrás de dar valor a profissão, e fazer no mínimo um curso superior, oras!Saber o que é pirâmide invertida, lead... saber sobre imprensa... se Faustão é bom... ler sobre comunicação... ah, e sem contar que agora o salário vai ser ótimo né não? e quem se esforça para estar numa faculdade não tem mérito nenhum?!

Valeu brasilzão!

Agora... vamos para o nosso próximo passo:
encher os meios de comunicação com parentes de políticos e de pessoas (que se julgam) importantes pra ninguém mais falar mal ou denunciar nada. E o diploma de jornalismo?

Use e abuse:

- caso sua mesa esteja em falso, você pode dobrar esse ilustre papel para corrigir;

- lembra das apostilas (que não foram poucas) que você comprou na xerox da universidade? Encaderne-as todas em um só livro, utilizando o diploma como CAPA;

- Se você plastificar, pode ser muito bom pra limpar o assoalho do seu carro com uma escovinha;

- Dobre-o até ficar do tamanho de uma cédula de identidade, e coloque dentro da carteira, pra dizer que está forrado de grana (rsrs);

- Lembra do buraco do parafuso do quadro que caiu faz décadas na sua sala? Põe ele lá. (Mas com o seu nome pra parede).


Me desculpem os erros de Português... mas quem se importa?? "





Colaboração do Estudante de Jornalismo da UFRR: Régis Luiz Calixto da Costa

Jornalista no Brasil?

Engraçado como as coisas são tão paradoxais neste país!

De um lado é o Lula, enfiando tudo quanto é pobre na universidade privada, pagando bolsa, e querendo a qualquer custa dar o canudo que ele nunca teve. E socando semi-afalbetizado na universidade pública, através de um sistema de cotas que nunca chega a um consenso coerente.

E do outro lado é o judiciário, contrariando a política do atual governo, decidindo que qualquer um, até o seu Zé, o padeiro aqui do meu bairro, pode acordar amanhã com uma vontade imensa de ser jornalista e nada poderá impedí-lo.

Ô Gilmarzão, brigada aí! Eu já tinha uma vontade doida de queimar meu diploma, agora posso fazê-lo sem peso na consciência!

Jornalistas de Roraima, o jeito é rezar. Ou passar em outro vestibular.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Eu já sabia...

Hahahahahahahahaha.... e mais um monte de hahaha...
Eu não disse que esses ministros iam pregar uma peça na gente...
Fingiram que iam decidir sobre a lei de imprensa e o diploma, mas era só primeiro de abril!

Ei, tô desesperado! se eles acabarem com a obrigatoriedade do canudo, o que é que eu vou fazer? Acho que vou sair dessa vida e virar ministro do Supremo!!!

segunda-feira, 30 de março de 2009

E caiu, caiu no dia 1º de abril

Parece mentira! Mas não é que os ministros STF podem finalmente acabar com essa novela da exigência do diploma de jornalista?!

A decisão pode ser tomada durante o julgamento do também vital assunto para os profissa de jornalismo que é a lei de imprensa, marcado para o dia 1º de abril.

Pô, ministros precisava ser no dia da mentira?!

Já pensou os caras tudo de beca: "bem, meretríssimos, como vocês bem sabem... decidiríamos hoje sobre a vida desse pessoalzinho de jornalismo, que parece falar mais que nossas excelências na leitura de nossos votos. Então, colegas, todo mundo junto, como combinamos, um, dois, três: 'Enganei o bobo, na casca do ovo...'"

domingo, 22 de março de 2009

Blog sobre blog

Bem, leitores, leitoras e lesmas,
resolvi penetrar de corpo inteiro nesta tal de blogsfera: criei um blog pra mim.
não, senhoras e senhores, não "pulem num pé só", nem pensem que eu vou abandonar este blog como uma lesma que larga a concha do caracol.
tentarei dividir lá e cá a capacidade de produção da minha massa encefálica de lesma. Sim!
Quem quiser conferir é só acessar: http://jornalismodireto.wordpress.com
Não vai sobrar blog sobre blog!
Vou falar da situação do jornalismo em Roraima. E não se salva ninguém: pseudos-jornalistas, pseudos-estagiários, pseudos-jornais, pseudo-etc, pseudo-etc-e-tal.
E quem não gostar que se blog!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

FELIZ ANIVERSÁRIO!

Especialmente hoje, o esse ilustríssimo blog faz aniversário!
Dois anos de existência, e assim como no aniversário de um ano, é uma época que ele se encontra meio esquecido e lento....
Tudo bem, somos lesmas!

E de polêmicas e trivialidades, dois anos se passaram.

E obrigada a quem lê, obrigada a quem escreve!

Obrigada à lesma, que emprestou sua imagem para a divulgação deste jornal virtual.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

E o diploma, serve pra que mesmo?

Como você, leitor do Jornalesmas, deve lembrar minha função aqui sempre foi meter o pau no Curso de Comunicação da UFRR, e de seu Departamento tão lêsmico quanto as atualizações deste nosso blog.

Eu me formei. Logo, não vou mais precisar conviver com a lentidão do sistema. Masss, não poderia deixar de dividir com vocês a última merdinha que pude vivenciar na UFRR.

Sexta, 12 de dezembro, meu telefone toca:

- Alô, Bruna?
- Eu mesma.
- Bruna, aqui é a Fulana. Você vai se formar né?
- Vou sim. Por que?
- Não, é que eu sou estudante de economia, estamos numa reunião aqui na UFRR, e a nossa colação será dia 22.
- Pô, legal! eeee??
- inclusive vocês de comunicação também vão colar grau nesse mesmo dia!
- Perai! Como assim? A defesa da monografia foi há uma semana! O departamento nos informou que a colação seria em março!
- É, só que o curso de Comunicação, Economia e Ciências Sociais perdem o reconhecimento do MEC dia 23, aí a gente precisa colar grau pra não haver prejuízo! Temos que nos reunir, escolher os representantes, orador.. e essas coisas de Colação.
- Tá falando sério? por que ninguém avisou nada pra gente?
- Bruna, até onde eu sei, o chefe do departamento de comunicação NÃO PARTICIPOU DA REUNIÃO organizada pelo DERCA para avisar sobre o prazo da portaria, e para providenciar o adiantamento da colação.
- Claro, tinha que ser...

Bem, amigos, então é o seguinte: eu vou colar grau semana que vem. Não tenho beca, fotógrafo, ânimo... são apenas seis formandos de comunicação, onde apenas eu e a Suelen temos tomado decisões para resolver a burocracia habitual.... Minha mãe não vai poder me assistir, meu orientador também não! Em plena segunda-feira. Logo, aquele porre que devo para mim mesma desde o meu 10 na monografia não vai rolar!

E é sempre assim.
Deveria ter me formado em agosto desse ano, mas o mesmo chefe de departamento, na época professor de uma disciplina da qual ele nao tinha o mínimo de domíno, resolveu fuder com a minha vida. E fudeu bonitinho!

E se dependesse do departamento, todos nós perderíamos a colação... E da mesma forma que os formandos de 2009, nosso diploma não teria validade nenhuma. E acreditem no palpite: o departamento do curso não se manifestará tão cedo em relação ao fato!

ao menos posso dizer, que no tempo que estudava na UFRR, o curso ainda prestava, mesmo isso sendo uma mentira danada.

ALUNOS, SE MOBILIZEM e garantam seus direitos, já! Ninguém pode pagar pela incompetência dos outros!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Que fiquem com a Raposa, eu quero é a galinha!


Está sacramentado. A esfera máxima do judiciário (STF) votou pela improcedência da ação que contestava a demarcação da reserva Raposa/Serra do Sol em área contínua. Até aí tudo bem. Não vou festejar e tampouco verterei lágrimas. Apesar do meu sobrenome de origem indígena (Potyguara), não tenho como galgar meu quinhão na dita região. Como também não planto arroz e acho que o preço do produto produzido lá está muito acima do que poderia ser, não lamentarei. Que fiquem com a Raposa, eu quero é a galinha!
Nem alegria e nem tristeza, mas frustração. Frustração por entender que os nobres ministros do STF enrolaram um bocado, para depois virem com esses discursos à la Fidel, cheio de Crtl+C's, Ctrl+V's de artigos da nossa ultrapassada Constituição Federal, para embasar seus votos.
Decorar a Constituição é mais fácil que sujar de poeira e barro os sapatos de legítimo couro italiano para conhecer a realidade da causa. Tais pessoas, jamais porão os pés em nosso querido Roraima. Eles não conhecem, na prática, o efeito de suas decisões.
E mesmo com oito votos favoráveis à demarcação contínua, mais um pedido de vistas foi feito. Ou seja, decisão definitiva que é bom, nada. Qual o motivo? Não me atreveria a dizer, mas como esse espaço é nosso mesmo, aí vai: - ESSES CARAS ESTÃO ENCHENDO O ** DE DINHEIRO DAS ONG'S ESTRANGEIRAS, FACHADAS DO INTERESSE DESSES PAÍSES.
Ou então me digam o motivo de mais um pedido de vistas? A mensagem é clara: - Olha, a gente quer mais dinheiro, senão simplesmente mudamos o voto na próxima sessão.
Mas eu gosto ainda mais da coerência das decisões tomadas pelos ditos ministros. Alguém aí lembra do caso do Banco Opportunity? Operação Satiagraha? Pois é, os ministros do Supremo baixaram duas sentenças contraditórias que desafiaram o meu humilde entendimento. Por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas teve seu pedido de Habeas corpus negado pela justiça de São Paulo, mas aceito pelos ministros do STF que derrubaram a decisão paulista. Outros dois intermediários confessos, que seguiram orientação dele para tentar subornar delegados envolvidos na operação Satiagraha continuaram presos. Dois pesos e duas medidas? Ou quem paga, ganha? Acho que eles têm uma linha de trabalho bem definida. Ou não?
Enfim, como escrevi no início, não simpatizo por nenhum dos reclamantes, nem índios, nem arrozeiros. Eu sou RORAIMA! E espero que a decisão final seja tomada logo. Do jeito que as coisas andam devagar por aqui, isso apenas nos atrasa ainda mais. E enquanto isso, somos obrigados a ver o descaso com verbas públicas no pagamento de diárias de centenas de agentes federais que estão aqui apenas coçando o saco, utilizando as famosas L-200 para dar um rolé nas baladas.
Continuamos esperando, STF. Índios, não-índios, trabalhadores. Que apostam em um Estado, que vossas excelências, só sobrevoam a caminho de Miami.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Um lesma e a defesa da monografia


É meus caros lesmas. Nesta sexta-feira (05), o lesma que vos escreve enfrenta o maior desafio acadêmico de sua história dentro UFRR: a tão temida defesa da Monografia. A Banca será um divisor de águas, o momento no qual saberei se continuarei sendo um lesma por opção ou por falta de diploma mesmo!

Pelo próprio nome, já se vê que não é um bicho de sete cabeças, mas também não é um tcc de fim de semestre. Acho que a melhor definição para tal, me foi dada pelo amigo Marden Pio: "Se monografia fosse boa não era mono, era estéreo!

Portanto, esses quase quatro meses de trabalho foram ásperos, mas recompensantes. A monografia é como um filho. Inicia em um tesão de idéia, mas é foda para terminar! Mas depois que nasce, você carrega consigo pelo resto da vida e é um orgulho só.

Bem... ainda tenho que terminar de editar o documentário que irei apresentar: É campeão! Será um aporte audiovisual para o trabalho escrito: É campeão - A Internet como ferramenta de informação e interação à serviço do esporte. Desejem-me sorte! Principalmente os lesmas que já passaram por essa etapa. É Aldenor, será que eu também entrarei para as estatísticas?

Juntamente comigo, as acadêmicas Suelen Melo e a lesma Bruna Dionísio também apresentam seus trabalhos, sobre pedofilia e blog. Para quem quiser conferir, as defesas iniciam a partir das 15 horas, na sala de Multimeios do Bloco I da UFRR. Então, até lá!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Mostra de Cinema Universitário


Curtas criados por universitários da UFRR serão exibidos ao público durante os dias 26, 27 e 28 de novembro. É a primeira Mostra de Cinema Universitário que reunirá 15 filmes. Nesta primeira mostra, a idéia foi centralizar apenas a exibição da produção de estudantes e ex-alunos da UFRR, numa Mostra de Cinema inédita. O evento começa hoje às 19h.


A Pró-Reitoria de Extensão (Proex), Coordenadoria de Imprensa da UFRR, TV Universitária (TVE), professores do Curso de Comunicação Social e o Laboratório de Semiótica Fílmica tomaram a iniciativa de reunir e exibir curtas-metragens produzidos na UFRR.

Os curtas dos ex-acadêmicos foram divididos por temas e serão exibidos na noite desta quarta e durante a tarde e a noite dos dias seguintes, no auditório da UFRR. Nos intervalos serão exibidas as mesas redondas gravadas, nas quais professores da UFRR e jornalistas debatem o cinema na universidade.

A sétima arte é uma realidade que já faz parte do calendário dos acadêmicos de Comunicação Social da UFRR. Por semestre, em média quatro curtas são produzidos como trabalho de conclusão de curso. De acordo com o professor Rafael Oliveira, diretor do Departamento de Educação Continuada (DEC) este será o primeiro de vários outros eventos importantes na área do cinema realizados na UFRR. Outras informações pelo 3621.3116.

Filme

Direção

Sinopse

Em nome da terra

Maurício Zouein

Conta a trajetória da existência e desaparecimento de comunidades indígenas em Roraima

Os meninos sem dono

Janine Marques

Crianças em busca de uma família

Panela de barro

Luiza Oliveira

A história da produção da panela de barro macuxi

Restauração e resignificação da fé

Najla Paracat Santiago

A história da matriz Nossa Senhora do Carmo


Pioneirismo e monumentos

Thais Bolean

Levanta a questão da falta de um monumento aos índios de Roraima

Semiótica na terra de Macunaima

Priscila Gonçalves

A história da semiótica no estado até a criação de um núcleo de pesquisa

Entre I-Margens

Izonedia Wanderley

A história da ponte dos Macuxi

A estética do poder

Cynthia Karla

A trajetória do poder vista pelo deslocamento de sua sede no Forte São Joaquim a Praça do Centro Cívico

Romance

Adryano Joseph

Ficção – a primeira trilha sonora composta na UFRR

A semiótica do revestir

Bruno Willemon

O vestuário da travesti e sua identidade

A beleza do corpo

Arianne Nóbrega

A busca do corpo perfeito e o uso de anabolizantes por adolescentes

Selvagens

Hanna Gonçalves

A palavra selvagem na imprensa roraimense na década de 40 dos anos 1900

Valer a pena

Raphaela Queiroz

A história da vida pessoal e profissional do gari nas ruas de Boa Vista

Silêncio medo e dor

Cora Gonzalo

Violência e abuso sexual na fronteira de Roraima com Venezuela

Mídias e Grades

Aldenor Pimentel

A vida do reeducando na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo



texto retirado do site da UFRR

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Comprei o diploma!

Comprei o diploma

Eu confesso: paguei R$ 100,00 para ter meu diploma. Calma! Deixa eu me explicar.

É que pra tomar posse como jornalista da UFRR, eu precisava apresentar um comprovante de que tinha terminado a graduação. Isso em julho! Mas o diploma só ficaria pronto em setembro, data da colação de grau da minha turma (Jornalistas por formação).

Não teve outra: tive que desembolsar 100 pila de taxa pra antecipar a minha colação. Se esperasse até setembro, o canudo sairia de grátis, mas isso me custaria bem caro: a possibilidade de me tornar um servidor público de nível superior.

O engraçado é que o meu diploma só ficou pronto mesmo em setembro. Mas a Universidade aceitou uma certidão de conclusão de curso emitida pelo DERCA (antigo DEG). Mas também.... se não aceitassem um documento deles próprios, ... seria o cúmulo! No final, deu tudo certo!

Tomei posse e esperei até setembro para ver o meu diploma. Mas agora eu fico pensando: eu paguei R$ 100,00 por 0,06237 m2 de papel que podem não valer nada, dependendo da decisão dos nossos ministros do STF!

Quero pagar pra ver!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Até quando?


Até quando viveremos em um país onde arrastar criança no asfalto presa pelo cinto de segurança é um delito que deve ser tolerável, porque os responsáveis são menores de idade?
Até quando viveremos em um país onde esquartejar e queimar crianças é um crime, explicável e compreensível, por conta da mente doentia daqueles que as deveriam proteger e cuidar?
Até quando viveremos em um país onde seqüestrador vira ‘celebridade’ a ponto de conceder entrevistas pelo telefone para programas sensacionalistas e que a polícia se preocupa mais com a reação das organizações de proteção aos direitos humanos que com a própria vida humana?
Até quando vamos viver em um país onde uma criança é violentada, agredida e assassinada, e seu corpo, ocultado em uma bolsa de viagem é abandonado em uma rodo ferroviário?
Até quando vamos viver em um país onde a instância máxima da justiça, se preocupa mais com o direito sobre terras indígenas, pesquisas científicas e concessão de Habeas corpus para banqueiros corruptos?
Até quando vamos viver em um país onde seu Presidente, assim como a justiça, prefere fazer vista grossa sobre questões como maioridade penal e pena de morte?
Será que passar a mão na cabeça de nossos jovens tem sido a melhor solução para o problema da criminalidade? E o ECA? Seria muito lindo em um mundo de fábulas como Alice no País das Maravilhas – que não deve ser o Brasil, pois isso aqui está longe de ser uma maravilha – e o Mágico de OZ. Já passou da hora desse estatuto sofrer uma revisão, pois até hoje não cumpriu com sua verdadeira missão e só serviu para proteger a pior espécie de universitários do crime.
Até quando vamos viver em um país assim, senhor PRESIDENTE?
Redução da maioridade penal, SIM! Pena de Morte para crimes hediondos, SIM!
Senão, vou ter que rever todos os conceitos e a educação que tive nestes 27 anos de vida. Porque, sinceramente, senhor Presidente, hoje em dia está mais fácil ser bandido do que ser gente de bem.
E não é preciso ser nenhum jurista, para saber o porquê disso: É a certeza da impunidade! É saber que por mais que seja condenado, não vai passar mais que 30 anos recluso. Que 30 anos, que nada! A maioria acaba cumprindo um terço disso, no máximo.
Tanto se fala em reformas. Reforma tributária, reforma agrária... Mas a reforma que o Brasil realmente precisa é a REFORMA JUDICIÁRIA... da Constituição e do Código Penal brasileiro. É disso que realmente precisamos senhor Presidente.
Até quando teremos que viver em um país onde somos vítimas da violência e da criminalidade? Até quando teremos que conviver com o sentimento de impotência, diante da incompetência das três esferas do poder público?
Até quando?

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

POLITICA DE QUINTA

Versão especial de Primeiro Mundo.

Na última terça-feira, a maior potência das nações viveu "a Festa da Democracia" - termo brasileiro para as eleições em geral.

Barack Obama, com uma vantagem esmagadora de votos, foi eleito o primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América. Sua campanha baseou-se nas palavras "Mudança, Esperança, e Progresso", e seus discursos eram à favor do aborto, do Casamento Gay, da redução de impostos para trabalhadores de baixa renda e idosos, do aumento de impostos para os ricos, do fim na guerra no Iraque, da legalidade dos imigrantes ilegais, e do fim do Aquecimento Global.
Ou seja, Obama utilizou os principais problemas da classe operária de seu país, e os principais motivos da antipatia mundial pelos EUA, e fez uma excelente campanha que agradou gregos, troianos, franceses, italianos, brasileiros, africanos... e por aí vai. Melhor que isso, só se Obama tivesse adotado o sobrenome Smith (o mais comum nos EUA), e jogado todos seus diplomas no lixo - aquela famosa técnica de ser um político do povo, pelo povo, e para povo. Técnica essa que nós brasileiros conhecemos muito bem.

Tudo seria lindo, o mundo seria cor de rosa, e o Carnaval duraria o ano inteiro, se não fosse pelo fato de que o Estados Unidos têm mais de 300 milhões de habitantes, e influenciam diretamente a economia, o bem-estar, e consequentemente o viver do resto do mundo. A malemolência do candidato "gente como a gente" não deu certo no País do Futebol, que tem a metade do número de habitantes, e não tem como dependente um paísinho que seja, imagina com a capacidade de estrago multiplicada desse jeito.

Não, isso não é pessimismo, ou falta de esperança. É comparação com a realidade.
Não se administra "o mundo" de maneira tão permissiva, tão liberal, tão bondosa. Não é fazendo a vontade do povo que se reverte o quadro caótico da economia, dos conflitos étnicos, e da avançada degradação do meio ambiente.
Pelo contrário, se não existe pulso-firme, foco, experiência, conhecimento, e metodologia, o Presidente do Povo se torna apenas decepção.

Eu realmente espero estar errada, aguardo um futuro muito melhor, e desejo ao Presidente Eleito muita sorte e sabedoria.
Mas não sei não...
Eu acho que eu já ví esse filme antes...

"Nunca na história desse país..."

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Dieguito, um técnico em pó-tencial.


O astro argentino Diego Maradona foi cotado recentemente como novo treinador da seleção argentina. O mesmo já teve algumas experiências em alguns clubes locais, como no ano de 1994, onde esteve à frente do Deportivo Mandiyú, conseguindo apenas uma vitória de um total de 12 jogos. Ainda no ano seguinte, foi treinador do Racing de Avellaneda, com o qual ganhou duas partidas, empatou seis e perdeu três. O crack, digo, 'craque' disse ainda que vai implantar um estilo diferente do técnico do Brasil, Dunga. Comparando a época em que ambos eram jogadores, argumentou: "Se minha equipe vai jogar como a de Dunga? Não, não jogo como Dunga. Ele dava botinadas e eu me esquivava delas."

Espero ainda, de coração, que o mestre do futebol argentino consiga se dar bem nessa. Afinal, Maradona ainda está seguindo sua carreira (êpa!) e conhece tudo sobre o esporte. Diria até que conhece só pelo cheiro (ôpa!).

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Milagres acontecem

Cena rara

Sexta-Feira véspera de um feriadão. 18h30 na UFRR. A professora na sala desde antes das 18h, e nenhum sinal de vida dos demais alunos.

Explicação para tal acontecimento.
Professora nova no departamento.
Alunos "macacos velhos" do 7º semestre.

Tem coisas que só a UFRR ensina pra gente.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

é isso aí.

Voto não se compra só com dinheiro imediato. Se compra principalmente com promessas de empregos aqui e acolá. POR ISSO as pessoas se reelegem.
É mais fácil acreditar em que tem o poder de fazer o que promete.

sábado, 4 de outubro de 2008

o nulo e o dia D

Nem todos usam o voto nulo para fins de abstenção. Erro meu generalizar, e conversando com quem usa o voto nulo como protesto, percebi que cada pessoa externa sua indignação da maneira que achar mais sensata.

Então, voto nulo para protestar e não para se abster...

POOOOOOOOODE!

Gente, lembrando que amanhã é o dia!
O dinheiro de um voto vendido é muito fácil de torrar, nem vale a pena. No fim, o que conta é a consciência.